Amor amor meu, pudera o
santíssimo dar-me o dom de fazer belos versos para declarar-me somente a ti e a
ti contar meus sonhos e loucuras, que de sua loucura e insanidade, faz-me ser
assim tão eu. Não, mas ele não deu. As rimas doces passam longe nos poemas que
faço! Peço-lhe calma amor amor meu, se poemas não faço, hei de fazer textos e
textos, declarando a ti o que sinto.
Mas a rotina, passa cansativa e a
mesmice faz com que me encontre sem o que escrever. O sentimento de amar passa
a ser um figurante nesses dias frios de setembro. Amor amor meu, o que está a
acontecer comigo? Antes escrevia sobre tudo e todos, havia sempre algo bom a
lhe dizer. Ah, a rotina cansativa desses dias vem corroendo-me. Ah, santíssimo!
Amigo de meus dias felizes, e traidor dos dias tristes, arranje um tempinho
para arrumar essa vida louca minha, tão minha.
Amor amor meu, a rotina monta um
golpe sobre o sentimento que sinto por ti.
Por: Fellipe Barreto.
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