Eu
não poderia dormir e deixar de escrever isso. É realmente digno de texto. Logo
aviso ao leitor, conto em segredo, pois não quero que pensem mal sobre minha
pessoa. Não pensem mais mal do que já pensam. Ah os opositores! Perco-me, mas logo
me encontro. Dizia sobre algo digno e o que é mais digno do que a beleza da
mulher brasileira? Em especial das ruivas.
Ah,
as ruivas. Figuras divinas, creio que se existem anjos, eles hão de ser ruivos
e ruivas. Que formidável de se imaginar. Peço calma a leitora, amo as mulheres
não importando o tipo. Mas devo ressaltar que as ruivas são raras, pense: qual
fora a última vez que avistara uma ruiva? Digo ruiva natural, não esses cosplays do Ronald McDonald’s.
Pois
bem, tenho a graça de ver essa raridade de mulher todas as terças na sala de
aula. Não lembro do nome, mesmo se lembrasse seria crueldade registra-lo aqui. Não
sou seu colega, nunca pensei em falar com ela, mas fico bobo quando ela entra
por aquela porta velha da universidade. Esplêndida! É de um ruivo que
hipnotiza, enche o ambiente de graça e a paz faz-se presente. Falta-me
adjetivos para elogia-la.
Dias
atrás a pequena apresentou um seminário. Tive a graça de ouvir sua voz. Posso
estar exagerando, digo e alerto. Mas a voz é tão bela como o todo, a voz ali
completa a sinfonia do corpo. Formidável! Se mais ruivas existissem, talvez o
homem ficaria somente bobo a admirar, não haveria tantas guerras neste mundo,
não haveria solidão nas esquinas e haveria mais sorrisos dos que ficam a
admira-las.
Sinto
pena ao ver o término deste semestre, minhas notas vão bem graças ao Santíssimo, mas talvez não hei de admirar no semestre que se aproxima essa
espécie rara de mulher. Creio que ela faça DP desta disciplina, mas a rotina
deste semestre fora tão marcante que tinha de ser colocado em texto, em
lembrança. Ah, as ruivas. São anjos caídos no céu, são a kriptonita dos
generais da guerra, são a felicidade do escritor maltrapilho.
Por: Fellipe Barreto
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