quinta-feira, 18 de junho de 2015

Loiras e morenas me perdoem, mas as ruivas são formidáveis!



Eu não poderia dormir e deixar de escrever isso. É realmente digno de texto. Logo aviso ao leitor, conto em segredo, pois não quero que pensem mal sobre minha pessoa. Não pensem mais mal do que já pensam. Ah os opositores! Perco-me, mas logo me encontro. Dizia sobre algo digno e o que é mais digno do que a beleza da mulher brasileira? Em especial das ruivas.

Ah, as ruivas. Figuras divinas, creio que se existem anjos, eles hão de ser ruivos e ruivas. Que formidável de se imaginar. Peço calma a leitora, amo as mulheres não importando o tipo. Mas devo ressaltar que as ruivas são raras, pense: qual fora a última vez que avistara uma ruiva? Digo ruiva natural, não esses cosplays do Ronald McDonald’s.

Pois bem, tenho a graça de ver essa raridade de mulher todas as terças na sala de aula. Não lembro do nome, mesmo se lembrasse seria crueldade registra-lo aqui. Não sou seu colega, nunca pensei em falar com ela, mas fico bobo quando ela entra por aquela porta velha da universidade. Esplêndida! É de um ruivo que hipnotiza, enche o ambiente de graça e a paz faz-se presente. Falta-me adjetivos para elogia-la.

Dias atrás a pequena apresentou um seminário. Tive a graça de ouvir sua voz. Posso estar exagerando, digo e alerto. Mas a voz é tão bela como o todo, a voz ali completa a sinfonia do corpo. Formidável! Se mais ruivas existissem, talvez o homem ficaria somente bobo a admirar, não haveria tantas guerras neste mundo, não haveria solidão nas esquinas e haveria mais sorrisos dos que ficam a admira-las.

Sinto pena ao ver o término deste semestre, minhas notas vão bem graças ao Santíssimo, mas talvez não hei de admirar no semestre que se aproxima essa espécie rara de mulher. Creio que ela faça DP desta disciplina, mas a rotina deste semestre fora tão marcante que tinha de ser colocado em texto, em lembrança. Ah, as ruivas. São anjos caídos no céu, são a kriptonita dos generais da guerra, são a felicidade do escritor maltrapilho.

Por: Fellipe Barreto

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