Ao
chegar do serviço ele avistou aquela visão deslumbrante da menina ninfeta nua
na cama. É da natureza dos homens, dos conservadores aos revolucionários,
avançar na carne feminina. Cansado da
rotina, resistiu por certo tempo. Porém, o corpo dela clamava pelo seu toque.
Ela,
era nova. Envolta dos lençóis, chamava em tom erótico: “vem”. Os seios o
encaravam e as pernas insinuavam, ela era dele e ele era dela. O corpo pequeno
de noviça, que durante o dia escondia, agora ensinavam-no. As mãos de tão doces,
meladas ao tocar a flor da menina, quase que gritavam necessitadas dos toques
daquele homem.
Deu
dois passos o homem e sem pensar, agarrou as coxas brancas e as mãos
escorregavam a caminho das nádegas. Beijou-lhe a boca, ela num suspiro cego gemeu em seu ouvido, deixando-o cada vez mais louco. E louco agarrou os seios
de menina, alucinado escorregou as mãos à buceta. Ela num delírio clamava pelo
nome daquele homem.
Os
beijos foram muitos, os gemidos foram tantos e o gozo veio nos longos minutos.
O homem possui aquele corpo, agarrou e beijou cada canto que gritava para serem
descobertos. Sonhara durante o dia sobre aquele momento, em que estaria diante
daquele corpo, sobre o olhar dos seios da menina, o toque macio e perfeito de
sua flor, a visão do corpo por cima de seu corpo. Chamando pelo seu nome, ela
saltitava enquanto ele segurava o corpo de menina.
O
ápice veio no orgasmos, ambos cansados se abraçaram. Um abraço forte e quente,
quase como se sentissem saudade um do outro. Ele fora do quarto, era Presidente da República e ela era nova à vista da
sociedade. Tinha seus 19 e ele tinha seus 40. O toque de um ensina o outro.
Descansam agora, deitados e agarrados um ao outro. Sonham juntos sobre o gozo
de outrora, já com saudade deste momento de segredo.
Por: Fellipe Barreto

Nenhum comentário:
Postar um comentário