domingo, 12 de julho de 2015

A menina e o Presidente.



Ao chegar do serviço ele avistou aquela visão deslumbrante da menina ninfeta nua na cama. É da natureza dos homens, dos conservadores aos revolucionários, avançar na carne feminina.  Cansado da rotina, resistiu por certo tempo. Porém, o corpo dela clamava pelo seu toque.

Ela, era nova. Envolta dos lençóis, chamava em tom erótico: “vem”. Os seios o encaravam e as pernas insinuavam, ela era dele e ele era dela. O corpo pequeno de noviça, que durante o dia escondia, agora ensinavam-no. As mãos de tão doces, meladas ao tocar a flor da menina, quase que gritavam necessitadas dos toques daquele homem.

Deu dois passos o homem e sem pensar, agarrou as coxas brancas e as mãos escorregavam a caminho das nádegas. Beijou-lhe a boca, ela num suspiro cego gemeu em seu ouvido, deixando-o cada vez mais louco. E louco agarrou os seios de menina, alucinado escorregou as mãos à buceta. Ela num delírio clamava pelo nome daquele homem.

Os beijos foram muitos, os gemidos foram tantos e o gozo veio nos longos minutos. O homem possui aquele corpo, agarrou e beijou cada canto que gritava para serem descobertos. Sonhara durante o dia sobre aquele momento, em que estaria diante daquele corpo, sobre o olhar dos seios da menina, o toque macio e perfeito de sua flor, a visão do corpo por cima de seu corpo. Chamando pelo seu nome, ela saltitava enquanto ele segurava o corpo de menina.

O ápice veio no orgasmos, ambos cansados se abraçaram. Um abraço forte e quente, quase como se sentissem saudade um do outro. Ele fora do quarto, era Presidente  da República e ela era nova à vista da sociedade. Tinha seus 19 e ele tinha seus 40. O toque de um ensina o outro. Descansam agora, deitados e agarrados um ao outro. Sonham juntos sobre o gozo de outrora, já com saudade deste momento de segredo. 

Por: Fellipe Barreto

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