Sejamos
todos loucos. Vivendo como poucos e fazendo tudo, nos alegrando acima de tudo e
todos! Acima das perdas que sofremos nessa vida, acima das tristezas e do luto.
Sempre dão as caras nas noites frias de novembro ou nos dias de abril.
Serei
um louco como poucos neste mundo de caretas! Mundo onde os caretas, dominam as
minhas indústrias, minha política autoritária, minha escola. E por fim, digo
meio paranoico, meu bairro. Os caretas são os loucos de ontem e do amanhã, por
mais que tarde, todos hão de ser loucos.
Serei
um louco bobo, amante da boa vida. Vida boêmia das noite na Augusta, rua das
felicidades passageiras, onde os loucos amam loucamente um amor incessante,
digno de estudo. Poucos são os loucos que se acham realmente loucos. Tudo leva
a loucura, loucura pura que corre nas veias!
Viva
ao bando de loucos que continuam vivendo como poucos!
Por: Fellipe Barreto

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